Clube Livro

Quem está conectado

1 usuário online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 1 Visitante

Nenhum


O recorde de usuários online foi de 30 em Dom 17 Abr 2011, 16:21

Últimos assuntos

» PRESENÇA DIVINA
Qua 29 Fev 2012, 03:16 por Super Tifa

» Lancei o mMEU LIVRO, e voltei a CB
Ter 27 Set 2011, 13:01 por capitaoryu

» Queimando em fogo (Vou parar de postar aqui por quê ninguém comenta!)
Sab 10 Set 2011, 23:02 por Shadow_Hunter

» Suas lagrimas estão caindo
Seg 05 Set 2011, 21:01 por Shadow_Hunter

» Oi denovo,"
Seg 05 Set 2011, 20:59 por Shadow_Hunter

» Meu Destino é te amar...
Qui 25 Ago 2011, 11:05 por Shadow_Hunter

» Sangre verme!
Seg 22 Ago 2011, 12:38 por Moonday

» Sonhos e Ilusões
Seg 22 Ago 2011, 12:37 por Moonday

» AMAR VOCÊ
Sab 20 Ago 2011, 16:13 por Shadow_Hunter

» O Sinal da Cruz
Sab 20 Ago 2011, 15:39 por Shadow_Hunter

Carregando avatar...
Usuário:
Meu perfil.
Minhas preferências.
Assinatura.
Meu Avatar.

Post's:
Tópicos que supervisiono.
Meus tópicos favoritos.
Tópicos que participo.
Últimos tópicos.

    Poema - CataVento

    Compartilhe
    avatar
    RA(in) VampS
    Coordenador - Visor da Lei
    Coordenador - Visor da Lei

    Mensagens : 136
    Data de inscrição : 31/01/2011
    Idade : 23

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Outro Poema - CataVento

    Mensagem  RA(in) VampS em Qua 02 Fev 2011, 17:53

    CataVento

    Sopra um vento, frágil e calmo,
    Brisa gentil, que brinca com uma folha
    Levado este por ventos maiores.
    Vento que sopra inocente.
    E, que de repente,
    É o vento que agora sopra sozinho,
    Sopra diante do horizonte,
    Buscando soprar independente.
    Apirando novos caminhos,
    Soprar pelo mundo.
    É agora o vento que para de soprar...
    Tão de repente, nunca mais viajará
    Vento cortado como por uma lâmina,
    Tanto que ventos mais próximos param de soprar...
    E logo retornam, pois ventos estes sabem que precisam continuar,
    E há outros ventos, ventos que não conheciam aquele,
    Muitos ventos, ventos estes que nunca pararam de soprar...

    Um vento soprou-me tão forte, tão repentino
    Senti a brisa me empurrar,
    Senti a brisa correr para desestressar.
    Chorei pelo vento, ao questioná-lo:
    "Vento, já parastes de soprar?"
    Vento esse que foi embora,
    Como uma negação, ou confirmação
    Logo após retornou, triste, suave,
    Como um triste lamento
    De um vento que conhece a dor
    Tal ficamos ali, homem e vento,
    Os dois tornaram a chorar...

    Bem "brisa" né (hehe olha o duplo sentido aí)?

      Data/hora atual: Seg 20 Nov 2017, 12:13