Clube Livro

Quem está conectado

2 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 2 Visitantes

Nenhum


O recorde de usuários online foi de 30 em Dom 17 Abr 2011, 16:21

Últimos assuntos

» PRESENÇA DIVINA
Qua 29 Fev 2012, 03:16 por Super Tifa

» Lancei o mMEU LIVRO, e voltei a CB
Ter 27 Set 2011, 13:01 por capitaoryu

» Queimando em fogo (Vou parar de postar aqui por quê ninguém comenta!)
Sab 10 Set 2011, 23:02 por Shadow_Hunter

» Suas lagrimas estão caindo
Seg 05 Set 2011, 21:01 por Shadow_Hunter

» Oi denovo,"
Seg 05 Set 2011, 20:59 por Shadow_Hunter

» Meu Destino é te amar...
Qui 25 Ago 2011, 11:05 por Shadow_Hunter

» Sangre verme!
Seg 22 Ago 2011, 12:38 por Moonday

» Sonhos e Ilusões
Seg 22 Ago 2011, 12:37 por Moonday

» AMAR VOCÊ
Sab 20 Ago 2011, 16:13 por Shadow_Hunter

» O Sinal da Cruz
Sab 20 Ago 2011, 15:39 por Shadow_Hunter

Carregando avatar...
Usuário:
Meu perfil.
Minhas preferências.
Assinatura.
Meu Avatar.

Post's:
Tópicos que supervisiono.
Meus tópicos favoritos.
Tópicos que participo.
Últimos tópicos.

    Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Compartilhe
    avatar
    DouglasEagle
    Aluno
    Aluno

    Mensagens : 24
    Data de inscrição : 12/03/2011

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Conto Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  DouglasEagle em Dom 13 Mar 2011, 22:37

         Projeto F.E.L.I.C.I.A é um sonho que tive essa semana, resolvi por no papel e até fazer uma continuação, que eu acho que ficaria maneiro. Bem, é um pouco futurista e estranho. Tentei por o máximo de descrição que pude lembrar. Esse sonho lembra-me algumas visões de "survivor"... Mas tá aí, o conto a seguir é apenas o sonho, a história inteira ainda não pude escrever.

    Postagem Original em DouglasEagle

    O Ponto Inicial
         Morava eu em uma comunidade residencial, onde eu conhecia uma boa parte das pessoas, tanto colegas de escola quanto que moravam lá mesmo. Por baixo do nariz do governo e até talvez do síndico (nunca se sabe, até talvez ele fazia parte) criamos um túnel (tanto subterrâneo quanto por cima da terra, fazendo um sistema de fortificação um tanto disfarçada) em que as casas se conectavam, economizando tempo e aumentando a nossa diversão. O túnel ainda estava incompleto estruturalmente, então era feito, na maioria das vezes quando é por cima da terra, de cimento.
         Minha casa era um térreo e um andar de baixo, em cima ficava a cozinha, a sala, os quartos dos meus pais e da irmã. Em baixo, ficava a lavanderia, um muro para a vista da cidade, meu quarto, e uma escada simples de madeira pra levar ao túnel que passava por cima da casa. A cor era bem cinzenta, por causa do cimento. Nós ainda não tínhamos pintado a casa. Ao nosso lado, como vizinho, era uma casa de tijolos e reclamávamos de umidade, porque bem do lado ficava uma caixa d'água bem grande.
         Meu pai tinha uma inteligência interessante a respeito de robótica e essas coisas que eu nunca entendia direito. Minha mãe e irmã... Não sei no que elas prestam, ainda mais a irmã que nunca fez nada de bom na vida.
         Esse dia marcou o início de uma coisa muito estranha... Pois bem. Nesse dia, meus colegas da comunidade me disseram por Messenger que haviam conhecido um grupo de 5 meninas, que sua “líder” se chamava Felícia. Diziam que eram bonitas, principalmente ela. Falaram da cor dourada do cabelo dela, também sobre que ela fazia altas loucuras com eles. Fiquei meio pensativo, achando que não se passava de uma brincadeira ou exagero. Mas não foi só um que me disse, e sim uma grande parte das pessoas. Que seu olhar hipnotizante os fazem ficar parados só para vê-las e essas coisas... O pior que eu nem cheguei a vê-las... Como sou azarado.
         Naquele momento, eu estava em um site de notícias em meu notebook. A manchete dizia que uma parte da minha cidade fora destruída por alguma coisa... Alguns apostaram em uma guerra, outros em UFOs, outros em chuva de meteoritos e vários motivos desse jeito.
    Não deu tempo pra ler o artigo na íntegra, ouvi uma explosão e a casa tremeu por uns 3 segundos. Corri para ver e acabei vendo um céu avermelhado por causa do fogo, com cinzas no ar. Vi 5 objetos aparentemente iguais, com o objeto do meio com alguma característica que o destacasse, mas que eu não conseguiria explicar qual, voando.
    Uma janela do Messenger abriu-se rapidamente, dizendo “NÃO FAÇA ALGO CONTRA ELES! NEM FALE A RESPEITO, FAÇA NADA, CUIDADO!” e ele ficou offline. O céu continuava com o mesmo tom, com mais e mais explosões e a terra tremia. Ouvia gritos que às vezes cessavam repentinamente.
          Meu pai apareceu lá em cima olhando pra eles e gritou pra mim que precisaríamos desligar esses robôs e falou mais alguma coisa sobre robótica que eu não fazia ideia, corri pra dentro e gritei que ele não deveria ter dito essas coisas. Ele ficou com uma cara interrogativa. Os objetos, que então eram robôs, passaram pelo alto da casa, reto.
          Fiquei aliviado, por um tempo. Meu pai estava pra descer a escada até em baixo, porém a parede de tijolos ao lado fora quebrada do lado de dentro, pelos robôs. Os tijolos o acertaram e com a pressão d'água o puxou para baixo e ele caiu no chão de frente ao muro. Foi por pouco que ele não havia sido esmagado, ele rolou para o lado no mesmo momento que a parede do muro estava caindo (por causa dos robôs e da tremedeira). Ele saiu segurando o braço e estava machucado, mas ele ainda conseguia correr.
         Não pensei duas vezes e fomos então em direção ao túnel. Ele foi primeiro. Enquanto ele subia, ficava vendo para o céu para ver se os robôs estavam por perto. Acabou que um surgiu de repente em minha frente. Do nada ele se transformou em uma menina de cabelos loiros longos (única característica que eu me lembrava) e piscou o olho com um sorriso. Fiquei parado sem saber o porquê. Surgiu uma espada em sua mão e consequentemente, ia me matar. Porém algo evitou isso, parecia que algo chamou mais a atenção dele (ou dela, nem sei mais) e voou para cima, continuei parado. Fechei o olho e parecia que algo havia me soltado, como se alguém viesse de meus pensamentos e me soltasse, não perdi a oportunidade e saí correndo. Creio que até hoje devo agradecer a alguém por causa disso.
         Subimos a escada de madeira para o túnel e continuamos a correr. Encontramos outros moradores também. Nosso grupo era de umas 7 pessoas. Um menino, ficou parado, chorando, segurando sua raquete de tênis-de-mesa, o seu bem mais precioso. Falei pra ele vir conosco, mas ele retrucou falando que gostaria de ver Felícia antes de morrer ou algo assim. Não tivemos escolha a não ser deixá-lo. Suponho que sua casa fora destruída...
         Pensei em voltar pra minha casa, buscar meu notebook. Até comentei isso, mas fiquei indeciso em ir, mas lembrei-me que a vida vale muito mais que algum objeto. Mas se bem que lá, haviam informações pessoais e importantes... Então fico na torcia que o notebook seja destruído junto. Continuei a correr.
         Logo depois, os robôs haviam achado o túnel, estavam destruindo o começo do mesmo, onde estava o menino e a entrada para minha casa. Continuavam a destruir tudo, e quanto destruíam uma parte, continuavam a destruir as próximas. Mas quanto mais corríamos, mas perto eles ficavam. Eles estavam buscando à destruição, ou nós?
         Meu pai disse então para irmos nessa escada de ferro de cor prateado. Fomos, por mais que eu achava essa ideia meio suicida. De qualquer jeito eles encontraria-nos. Alguns continuaram o caminho sem nós.
         Chegamos em uma sala de cor prata de azulejos e paredes bem lisas, com janelas de vidro duplo e visualização (só podia ver as coisas de fora por dentro; e não dava pra ver as coisas de dentro, de fora). Era uma sala brilhante pela limpeza e cores. Meu pai disse que era a sua sala onde colocava alguns tesouros. A sala era retangular, com as janelas apenas de um lado dela, uma salinha escritório no canto e umas portas repetitivas que pareciam abrir em dois na vertical, em um lado menor do retângulo (já que no outro, estavam nós e a escada de ferro).
         Havia um carro que nunca vi na vida, de cor prata também. Vidros pretos. Era um carro longo e moderno. Meu pai reclamara que o carro estava limpo até ontem, cheguei perto dele e vi que estava um pouco empoeirado. Achei engraçado... Quem em dera saber que ele tinha interesse por carros, como qualquer outro homem “comum”.
         Também havia alguns carrinhos, que funcionavam e não funcionavam, e um patinete voador. Feito com um joystick que eu tinha durante a infância (isso explicava o sumiço do mesmo) com alguma chapa de metal com bordas arredondadas de algum lugar que não faço ideia. Um menino achou legal e ficou brincando com ele, por mais que a situação estivesse tensa. Pensamos em usar o carro para fugir, já que ele tinha uma tecnologia que nos ajudasse a tal.
         Mas era tarde demais. Podíamos ver os cinco robôs pela janela olhando para nós, com os braços para frente, parecendo que iam atirar. Corremos para algum lugar. Eu corri para a sala de escritório juntamente com uma menina de uns 6 anos. Fechei a porta e pedi para se esconder de baixo da mesa e desliguei a luz. Ouvia barulhos e as coisas tremiam. Acho que a menina estava com medo como eu, mas igualmente ficamos bem quietos. Fechei os olhos.
         A porta estava sendo para ser arrombada e tentei segurar, mas não consegui. O robô apareceu então. Mas tudo ficou parado. Abri os olhos. Eu ainda estava no escritório.
         Mas parecia que a cena iria se repetir. A porta estava sendo arrombada e tentei segurar como fiz. Sem sucesso, a porta praticamente se despedaçou. Apareceu um policial de traje alaranjado dizendo para ir para a minha esquerda, que ficavam aquela portas. Ele disse que eram elevadores. Corri com a menina, cada um em uma porta.
         A cena que estava naquela sala que parecia tranquila não estava nada bom. Estava em chamas, com o carro desaparecido e policiais atirando e sendo mortos pelos robôs. E a parede onde estavam as janelas não existia mais.
         Estávamos descendo, com o coração batendo tão forte “a ponto de sair do corpo”. Não existia um teto no elevador, vi alguns fogos saindo pela porta (que estava aberta) e a corda que puxava e regulava a velocidade do elevador. Estava bem firme. Até quando apareceu um robô e cortou a corda.
         Fomos caindo em alta velocidade. Lembro que o robô se transformou naquela menina novamente e olhou para baixo. Depois de um tempo, não pude mais conseguir ver lá em cima, estava tudo preto. Provavelmente a porta se fechou após aquilo.
         O elevador praticamente bateu no chão em alta velocidade, mas o chão parece que tinha algum material que ajudou a diminuir o impacto. Mas mesmo assim, caí ao chão. A menina estava sentada em um banco, um pouco mais calma.
         Estávamos em um Hall totalmente calmo, silencioso. Um corredor largo com tom rústico, tapetes, estátuas, monumentos, janelas fechadas, piso de madeira, plantas unanimemente iguais e bancos. Estavam em algum padrão de ordem. No final, havia um portão de madeira. Mesmo desesperado, tinha fôlego e corri ao portão, junto com ela.
         No caminho, tive a sensação de estar deixando tudo. Minha família, amigos, colegas. As coisas que eu comprei, minha cama, meu quarto, meu notebook, minha casa. Parecia até que meu passado estava ficando para trás.
         E eu ouvia uma voz feminina dizendo em minha mente: “Se você quer um desafio... Está pronto?” Ou algo parecido, até hoje não lembro certamente das palavras, mas tinham esse sentido: Eu quero um desafio? Mas que desafio?

    No Aquário – Parte I
         Abri o portão. E não sei ao certo explicar onde eu fui parar. O chão era de madeira. O espaço era azul. Eu estava em uma espécie de aquário. Via peixes ornamentais por alguns lados. Haviam algumas cadeiras.
         Tinham pessoas lá, algumas que eu conhecia, outras que nunca vi na vida.
    Minha respiração estava pesada, mal conseguia respirar direito com o nariz. Tive que puxar, acho que ar, pela boca. Era dificultoso. Tentei me mexer, e parecia que estava me mexendo na água, porque o efeito era totalmente idêntico. Vi um garoto com uma máscara de oxigênio, parecia que ele também tinha esse tipo de respiração...
         Havia um homem com cabelos brancos e enrolados, me lembrando um pouco o Einstein. Ele me deu boas vindas e disse que eu iria treinar com um cara lá. Eu não fazendo ideia, fui prum canto tentar me mexer novamente, com alguns socos. O cara que ele havia indicado tentou fazer o mesmo, mas estava perplexo com meus movimentos, parecendo que nunca havia visto aquilo ou coisa do tipo. Olhei para ele e vi que ele não parecia muito com um humano... Parecia mais um homem peixe. Seus olhos pareciam ser de um asiático e sua roupa era preta e justa. O tecido parecia ser aqueles de mergulhador.
         O homem também disse que eu deveria treinar com as meninas, que elas eram mais experientes em movimentação na água. Ou algo assim. Fiquei meio espantado pensando se eu caí em alguma armadilha, se eram as meninas da tal Felícia. Para meu bem, não era. Eram meninas aparentemente normais, nesse espaço tão louco.
         A menina que me acompanhava sorriu para mim, feliz por estar viva e ao meu lado, segura.

    Consideração Final
         Sim, isso tudo até aí fora um sonho único. Pretendo criar uma continuação escrita de forma mais coerente (ou seja, enquanto eu estiver consciente), pois já tenho umas ideias meio doidas.
         Ah, o aquário seria um lugar de defesa dos robôs e então eu (ou o personagem) seria treinado a combater.
         E repito, queiram baixar em versão em pdf caso queiram ler mais tarde ou preferem ler com outra formatação (ou sei lá o que).


    Última edição por DouglasEagle em Sex 22 Abr 2011, 08:04, editado 1 vez(es)
    avatar
    Super Tifa
    Coordenador - Organizador
    Coordenador - Organizador

    Mensagens : 67
    Data de inscrição : 01/03/2011
    Idade : 23

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Conto Re: Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  Super Tifa em Seg 14 Mar 2011, 10:46

    Muito legal Douglas, amei teu texto ^^.
    Eu acho que se você fizer um romance de ficção cientifica apartir deste conto pode dar certo XD.
    Obs.: Kkk eu também tive um monte de sonhos malucos... Já faz um tempo. Bem, agora vc me inspirou a fazer contos com eles^^.
    avatar
    DouglasEagle
    Aluno
    Aluno

    Mensagens : 24
    Data de inscrição : 12/03/2011

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Conto Re: Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  DouglasEagle em Seg 14 Mar 2011, 15:18

    Super Tifa escreveu:Muito legal Douglas, amei teu texto ^^.
    Eu acho que se você fizer um romance de ficção cientifica apartir deste conto pode dar certo XD.
    Obs.: Kkk eu também tive um monte de sonhos malucos... Já faz um tempo. Bem, agora vc me inspirou a fazer contos com eles^^.

    Pois é, eu acho que farei algo parecido, usando esse conto como introdução ao "problema".

    Sonhos lúcidos (se é assim que se fala, pelo menos pra mim foi) são interessantes, realmente. Talvez sonhos malucos fazem parte, heheh.

    Valeu! \o
    avatar
    Toel
    Graduado
    Graduado

    Mensagens : 61
    Data de inscrição : 26/02/2011
    Idade : 24

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Conto Re: Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  Toel em Ter 15 Mar 2011, 04:33

    Aê, finalmente li. *o*
    Apesar do texto ter alguns errinhos(Nada relevante), eu gostei MUITO do teu estilo de narrativa, um estilo próprio. E adorei a tua idéia de fazer uma história de um sonho teu (Um dia eu iria fazer isto, mas acabei por esquecer do meu sonho e a história foi por água abaixo).
    E cara, não se preocupa em dar coerência ao teu texto, acho que se tu deixar bem claro que é um sonho e deixar de forma incoerente (Mas que dê para entender, claro), e deixando de forma bem... Imaginativa, a história iria ficar bem original e muito boa. @_@
    Além de que dá para colocar muitos conceitos "embutidos" em histórias desse tipo, então tipo... É um prato cheio. *O*
    avatar
    DouglasEagle
    Aluno
    Aluno

    Mensagens : 24
    Data de inscrição : 12/03/2011

    Respeito as Regras:
    Barra de Warning:
    100/100  (100/100)

    Conto Re: Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  DouglasEagle em Ter 15 Mar 2011, 14:27

    Hahaha XD

    Tipo, gostaria que apontasse os erros, pra corrigir e deixar melhor. A ideia de fazer um conto de sonho era uma ideia que eu já tinha faz muito tempo, porém nunca tinha algo assim que pudesse ter tantas palavras e lucidez. Já esqueci muuuuitos sonhos que poderiam ser aproveitados, não só para escrever contos, e sim ao menos guardar aquela boa recordação (ou pseudo recordação).
    Queria dar o máximo de informações que eu tinha, para que o leitor consiga imaginar mais ou menos (ou algo totalmente diferente) esse sonho. XD

    Valeu Toel! Seus comentários me faz feliz. \o

    Conteúdo patrocinado

    Conto Re: Projeto F.E.L.I.C.I.A

    Mensagem  Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Seg 16 Jul 2018, 11:02